Apple lança nova seção em sua página dedicada a plugins do Aperture

5 08 2008

A liberação do SDK do Aperture foi um sucesso tão grande que já há inúmeros desenvolvedores criando plugins dos mais variados para o gerenciador profissional de fotografias da Apple. São tantos os plugins já disponíveis — e mais virão por aí —, que a Apple resolveu criar em seu site uma nova seção dedicada ao tema.

Já são mais de 70 plugins super- profissionais divididos, basicamente, em cinco categorias: plugins de edição, plugins de exportação, AppleScripts, Automator workflows e temas para livros e galerias web. Praticamente tudo o que você precisa para usufruir da expertise do mundo fotográfico sem ter que deixar o Aperture, você encontra aí.

Para conferir todos os que já estão disponíveis, visite agora a nova página de plugins do Aperture 2.1.

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iPhone chegará à Rússia em 2009

5 08 2008

A Apple passará a vender iPhones no gigantesco mercado russo no ano que vem, de acordo com informações obtidas por um jornal da Rússia e divulgadas pela Bloomberg. Segundo a publicação, a novidade foi revelada pelo diretor da Apple IMC em Moscou, Evgeny Butman, responsável pela Maçã.

Tal como em outros lugares, consumidores terão que assinar contratos com operadoras russas no ato da compra. Nenhuma empresa terá exclusividade na venda do aparelho, que já conta com cerca de 470.000 iPhones desbloqueados ilegalmente em operação no país, de acordo com pesquisa do Mobile Research Group.

A Rússia é provavelmente um dos países mais visados pelo “mapa de dominação mundial” da Apple para o iPhone, hoje em dia.





iTunes continua a número 1 em vendas musicais nos Estados Unidos

5 08 2008

De acordo com a última pesquisa feita pela NPD MusicWatch, a iTunes Store continua sendo a maior loja musical dos Estados Unidos, liderando as vendas de músicas no país no primeiro semestre de 2008.

A pesquisa foi feita com base nas estatísticas de venda de CDs e músicas digitais entre os meses de janeiro e junho de 2008. As cinco maiores lojas musicais dos Estados Unidos no final deste primeiro semestre do ano são as seguintes:

 

  1. iTunes Store
  2. Wal-Mart (Walmart, Walmart.com, Walmart Music Downloads)
  3. Best Buy (Best Buy, Bestbuy.com, Best Buy Digital Music Store)
  4. Amazon (Amazon.com, AmazonMP3.com)
  5. Target (Target and Target.com)

Os dados da NPD revelam que os consumidores estão fazendo uma lenta transição, deixando a compra de CDs dos seus artistas favoritos de lado a fim de adquirir o mesmo conteúdo por meios virtuais. “A Apple consolidará sua liderança no mercado de venda de músicas com a queda contínua do número de CDs vendidos no mercado”, disse Russ Crupnick, analista do grupo.

A Amazon ultrapassou a Target e agora é a quarta maior loja musical dos Estados Unidos — já que também foi favorecida pelas quedas na venda de CDs —, graças ao enormesucesso do serviço de download de conteúdo digital. Wal-Mart e Best Buy permaneceram na mesma colocação no ranking.





Macs estão presentes em 80% das grandes empresas de TI, diz estudo

5 08 2008

O Yankee Group conduziu recentemente uma pesquisa com cerca de 750 administradores de TI e executivos de nível C, sendo que foi constatado que de três a cada quatro empresas — ou cerca de 80% das corporações participantes — possuem pelo menos alguns Macs funcionando em seus ambientes de rede.

Isso revela que a presença de computadores da Apple em ambientes corporativos vem ganhando impulso significativo nos últimos meses, graças ao enorme crescimento queestamos acompanhando em suas vendas, nunca antes visto na história da companhia.

 

Quase 25% dos entrevistados pela pesquisa disseram que suas empresas possuem um número “considerável” de Macs em funcionamento nos seus ambientes de trabalho, que pode chegar a 50 unidades em alguns casos, um número bastante significativo.

Foi também revelado pelo Yankee Group uma série de recursos do Mac OS X que podem ser considerados motivos para usuários corporativos adotarem computadores da Apple em seus ambientes de trabalho. Entre eles, destacam-se o Safari, navegador considerado sofisticado por uma boa parte dos participantes do estudo.

Além disso, também figuram na lista o iChat — por permitir comunicação facilitada com usuários em uma mesma rede —, o recurso de segurança FileVault — que fornece criptografia de disco aos Macs para proteger os dados contra acesso não autorizado e nos casos de roubo ou furto do computador — e o Time Machine, solução de backup introduzida na última versão do Mac OS X.

Para alguns analistas, a Apple deveria se concentrar mais na adição de novos recursos empresariais em seu sistema operacional, para facilitar a adoção dos seus computadores dentro de corporações. Um dos mais importantes, na minha opinião, já está previsto para a próxima versão do Mac OS X: suporte ao Microsoft Exchange 2007, algo bastante utilizado em ambientes corporativos.

Isso não quer dizer que a Maçã não se importa com o mundo empresarial e na possibilidade de utilizar Macs neste nicho. Prova disso é a enorme quantidade de dicas, vídeos e perfis empresariais que estão disponíveis para profissionais conferirem no site da companhia, conteúdo este que não pára de crescer a cada semana.





A Apple está sendo vítima do seu próprio sucesso

5 08 2008

Esta é uma expressão tipicamente francesa: “ser vítima do próprio sucesso”. O grande risco de toda empresa que cresce muito rápido é o de cair muito rápido, também. E para nós, macmaníacos de longos anos, pode significar o início do fim de uma era.

Revista Wired

O fato é que a Apple está crescendo numa velocidade assustadora. Basta lembrar que, há apenas dois anos, a marca dificilmente era citada em sites que não fossem especializados em Macintosh. Hoje, até minha tia do interior já sabe o que significa aquela maçãzinha mordida. E o preço das ações, então? Dias antes do anúncio do iPhone, a unidade valia US$85; um ano depois, quase tocava os US$200, ou seja, um crescimento de mais de 235% em apenas 12 meses!

Um crescimento tão rápido assim acontece sem conseqüências? É o que vamos analisar agora.

 

A Apple optou por difundir ao máximo sua marca. Seus produtos se popularizaram como nunca antes em sua história, com direito até à falsificação chinesa na 25 de Março (famosa região de comércios populares em São Paulo).

O problema quando temos muita demanda em tão pouco tempo é que qualidade inevitavelmente cai. Justamente o que sempre foi um ponto forte dos produtos da Apple, pode agora se transformar no seu calcanhar de Aquiles.

Os sintomas começaram a ser notados já no lançamento do Mac OS X Leopard. Previsto anteriormente para junho de 2007, o sistema só viu a luz do dia no final de outubro, por culpa do iPhone. Eu fui um dos que foi beneficiado pelo update gratuito do sistema — por ter comprado um iMac dias antes —, mas sofri muito com a sua instalação. Nada funcionava, aplicativos fechavam sem motivo aparente e me acostumei com, no mínimo, um kernel panic por dia; foi um verdadeiro inferno. Nunca tive um sistema tão instável nem nos tempos do saudoso System 7. E é horrível você ter acabado de comprar um computador topo-de-linha e vê-lo com tantos problemas assim. As coisas só começaram a voltar ao normal semanas depois, quando a Apple liberou uma atualização do firmware que reparava uma incompatibilidade do novo sistema com a placa gráfica do meu computador.

Aí eu me pergunto: o sistema operacional é incompatível com o computador da própria empresa? Como assim?

Na mesma época, convenci uma amiga a trocar seu notebook feio por um lindo MacBook. Dois meses depois, ela me liga, reclamando que um pedaço ao lado do teclado havia rachado. “O quê? Impossível! Isso é um produto Apple, você é que deve ter feito algo errado”, respondi. Infelizmente (ou felizmente, para ela) a assistência técnica oficial não concordou comigo: aceitou trocar todo o case sem cobrar um tostão, pois era um problema que vários MacBooks estavam apresentando.

E, de novo, me pergunto: Cases de computadores da Apple rachando após dois meses de uso? Como assim?

Veio o novo iPhone 3G e, com ele, o fiasco no dia do lançamento: os servidores caíram e deixaram fora do ar centenas de novos clientes que haviam acabado de comprar seu sonhado telefone. O grande problema foi que ela, nessa fase megalomaníaca pela qual passa, resolveu lançar quatro grandes produtos no mesmo dia: OS X iPhone 2.0, App Store, iPhone 3G e MobileMe. Óbvio que os servidores, por melhor que fossem, não conseguiriam agüentar. Por mais que o tio Jobs assuma que foi um erro, é tarde demais para lamentar, pois o estrago na imagem já foi feito.

Aliás, o MobileMe (sempre fui contra esse nome) veio substituir o .Mac, serviço que funcionou razoavelmente bem durante alguns anos. Ele tinha chegado a uma maturidade que o velho iTools (lembram dele?) sempre quis, mas nunca alcançou. Aí os fiéis clientes que por anos pagaram pelo serviço tiveram que ficar alguns dias sem poder acessar seus emails (muitos deles profissionais), justamente por causa do recém-nascido. Anos de confiança jogados no lixo, tem sentido isso? Por que não lançar um serviço paralelo e fazer a transição gradualmente? Não dá para entender.

E as rachaduras no novo iPhone branco em menos de um mês de uso? Como se explicam? Sou forçado a repetir: “Como assim?!”

Poderíamos ficar horas aqui enumerando os vários problemas da Apple de um ano para cá (e tenho certeza que vocês citarão muitos outros nos comentários). Mas o que temos que analisar é o perigo que a Apple está correndo se continuar com essa política de querer dominar o mundo antes que Jobs saia do comando. É isso mesmo: a impressão que dá é que a doença dele fez com que os acionistas quisessem acelerar todas as novidades possíveis enquanto ele ainda está na presidência.

Mas isso pode acabar muito mal. Muitos dos novos clientes que estão descobrindo a Apple só agora podem começar a considerá-la como sinônimo de mal serviço ou baixa qualidade, o que acaba com qualquer empresa. O risco é que o sonho que sempre tivemos (ver a Apple grande e popular) se transforme em nosso maior pesadelo.

Quantidade nunca pode prevalecer sobre a qualidade e parece que é isso que está acontecendo na Apple. Até quando isso durará?

O problema é que nos acostumamos muito mal. Por anos, tivemos produtos de ótimo nível pelos quais nunca nos importamos em pagar um pouco mais. Será que não podemos querer essa qualidade de volta? Ou seria o início do fim para a Apple?

O tempo dirá…





Donos de iPhones 3G a não atualizarem para a 2.0.1

5 08 2008

Donos de iPhones 3G com hacks de firmware não devem atualizar — pelo menos por enquanto — para a nova versão 2.0.1 do OS X iPhone, de acordo com o iPhone Dev Team.

Além de corrigir bugs e melhorar a performance dos aparelhos, a atualização também faz alterações ao código da baseband do iPhone, o que poderá impedir qualquer tentativa futura de desbloqueá-lo (se é que um dia ela existirá). Já sabe-se que o update desfaz o processo de jailbreak realizado com a PwnageTool.

Quem tiver iPhones de 1ª geração pode continuar tranqüilo, uma vez que a tecnologia foi “pwned em todos os níveis possíveis”, garantindo que futuras versões da PwnageTool continuem “enganando” o código da Apple.

A ferramenta, por enquanto (coincidentemente também na versão 2.0.1), é incompatível com iPhones e iPods touch com o firmware 2.0.1. Um update só será disponibilizado pelo Dev Team quando as mudanças necessárias foram feitas e todos os testes forem realizados, para a segurança dos seus usuários.

Fonte:macmagazine





ColorWare pinta iPhones 3G

5 08 2008

Aproveitando o meu post de mais cedo sobre a possibilidade da Apple lançar novas cores de iPhones 3G, uma dica para você: a ColorWare já está pintando os novos iPhones 3G. O último anúncio relacionado à empresa publicado aqui no MacMagazine foi com relação aos MacBooks Air.

Os caras se especializaram bastante e oferecem hoje muito mais do que uma simples pintura da traseira de um aparelho como o iPhone. A depender do gosto do usuário, os botões, moldura, gavetinha do cartão SIM, dock e até os fones de ouvido podem ser customizados — cada novo item oferece um custo adicional, é claro.

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